Dia 17 de novembro foi aberto ao público a Galeria Celeiro com a exposição Corpo, massa e pigmentos.

Tivemos o prazer de abrir a primeira galeria de arte contemporânea em Itaipu, Niterói. Uma galeria de exposição, educação e comercialização de arte, design e inovação. E por ser um “celeiro” buscamos o diálogo de artistas em início de carreira e artistas com carreiras sólidas. Conquistando um novo público, variado e surpreso por encontrar na Região Oceânica de Niterói uma galeria dedicada em levar gratuitamente o pensamento da arte, inovação e design em nossa região. Tivemos a honra de visitas que transitaram do rústico pescador, crianças, colecionadores de arte, donas de casa e até os aficionados por arte.

Apresentamos nesse um mês e meio 3 artistas, cada um com sua linguagem e histórias particulares, expressando o “Corpo, massa e pigmentos” de suas mentes.

Como os quadros do artista e estilista com 30 anos de carreira e exposições nacionais, internacionais e objetos em acervo do Museu Histórico Nacional, Cesar Coelho que cria em formas diluídas e pinceladas espontâneas universos humanos ocultos pela leveza de sua personalidade.

Esculturas do artista e professor de arte com peças em coleções particulares como do Príncipe de Abu Dhabi, Sheik Zayed Al Nahyan e exposições em Bienais no exterior e Brasil, Rodrigo Pedrosa e suas esculturas em Terracota e tinta acrílica falam e comunicam a plástica indefinida do ser no indiscreto não dito. Suas obras abordam temas e verbos em tatuagem impressas em corpos viscerais.

E para completar esse diálogo, o também artista e grafiteiro em início de carreira Davi Baltar compõe com a estética da rua as expressões vividas de sua intimidade urbana em um mundo onde a massa é apenas um mecanismo de sobrevivência.

Seguindo a seleção só de artistas niteróienses, o som da festa de abertura ficou por conta do músico João Pinaud, um entusiasta da arte que acredita na música como máquina impulsiva de transformação da sociedade. Transita com facilidade pelas sonoridades da black music e vertentes da música eletrônica. Trazendo sets conceituais e dançantes para o público.

Rodrigo Pedrosa

Nascido em Niterói, Rodrigo Pedrosa é escultor há 20 anos. Seu trabalho traz a influência do rigor acadêmico aliada a um estilo visceral com forte influência da arte contemporânea.

Ao fundir o acadêmico com a arte urbana, consegue um resultado inusitado e estimulante. Suas peças em Cerâmica e tinta acrílica, fazem o expectador mergulhar em um universo de introspecção e inquietação. Se por um lado suas obras revelam o corpo e a expressão do ser humano em conflito, por outro têm um colorido que lhes dá leveza.

Já participou de diversas mostras como o Salão de Outono da América Latina, ART RIO 2015, ART Shopping Carroussel du Louvre Paris, Artigo Rio, Bienal Europa América Latina, Creative Interaction Nova York e Bienal de Búzios.

Pedrosa trabalha em seu estúdio em Niterói, ministra aulas em Botafogo (Olho da Rua) e Niterói (Casa Aberta) e é representado pela Luhda Contemporary Art do Rio de janeiro e Rossiterdecor na Região Nordeste.

Tem obras em coleções nacionais e internacionais e uma de suas obras (O Culpado de Tudo III) está na coleção particular do Príncipe de Abu Dhabi, Sheik Zayed Al Nahyan.

Davi Baltar

Davi Baltar (Davi) é grafiteiro da cidade de Niterói-RJ, e atua nas ruas desde 2006. Tem como foco principal de seu trabalho personagens do cotidiano das ruas, que a própria vivência do graffiti traz para o convívio, e procura imprimir um traço semelhante a seus desenhos nas paredes, fruto de suas “anotações” do dia-a-dia. Faz parte do grupo Mafia 44, coletivo de artistas de Niterói e São Gonçalo, que surgiu no início de 2008 e que permanece até hoje produzindo murais, eventos e ministrando oficinas para diversos públicos, de forma independente ou com apoios.

César Coelho

O artista plástico César Coelho, conhecido há mais de 30 anos no mercado de moda e arte, com exposições nacionais e internacionais e obras em acervos como do Museu Histórico Nacional, apresenta seus quadros na exposição Corpo, massa e pigmento, formas diluídas e pinceladas espontâneas sobre o universo humano oculto pela leveza de sua personalidade.

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